Monólogo do deus da lama

A Grande Revolta pousou em minha alma! Que desgraça! Que desgraça! O corvo dilacera meu ombro esquerdo! Grito horrendo! Pavoroso! Como pude?! Quando aconteceu? Por que, eu, fagulha divina resplandecente, Deixei-me limitar pelas paredes de fumaça do ego humano? Carcaça podre, matéria mansão dos vermes! Gaiola de um deus como eu…

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25 de maio de 2004 por
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